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Depois de quase dois anos de pandemia da Covid-19, quando o custo de produção na suinocultura chegou a 70%, o suinocultor espera um cenário melhor a partir do próximo ano em Goiás e no Brasil. A perspectiva é favorável, já que há aumento na demanda doméstica em todo o País. Entretanto, a crise econômica preocupa.

A busca por equipamentos que sejam mais econômicos e eficientes, ou que utilizem energia solar será uma tendência para diminuir os custos.
Em nosso portfólio de equipamentos, os aquecedores elétricos poderão ser utilizados com energia elétrica gerada por placas fotovoltaicas, integradas nos sistemas de energia pública. Opção muito procurada pelos criadores brasileiros e de muitos outros países. Energia limpa e renovável com custo benefício destacado no momento de produção.

Segundo Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) Iuri Pinheiro Machado, Destaca que a produção vem crescendo nos últimos dois anos na faixa de 8% e alerta que o consumidor brasileiro talvez não absorva a oferta.

“É um crescimento [de produção] muito expressivo. Isso nos leva a crer que teremos, também no próximo ano, a suinocultura brasileira cresça entre 5% e 6%, já que esse crescimento não desacelera de um ano para o outro. Mas nos preocupa se o mercado consumidor doméstico vai conseguir absorver, mais em função da crise econômica que estamos passando, a queda no poder aquisitivo da população… A gente espera que se houver uma reversão no cenário, voltando o poder de compra do consumidor, o produtor pode ser beneficiado”.

Na última semana, o valor do quilo do suíno vivo bateu R$ 7,10 em Goiás, mas já chegou a R$ 5 ao longo de 2020, no início da crise da pandemia. O especialista da AGS acredita que o valor vai se manter nos próximos meses. “A virada do ano é esperado um recuo do preço, tradicionalmente acontece, tanto a exportação diminui quanto a demanda interna em função das despesas tradicionais das famílias brasileiras, mas a perspectiva para depois é de manutenção”. Atualmente, o consumo per capita da carne suína pelo brasileiro passa de 17 kg ao ano, de acordo com a ABCS. Em Goiás, a estimativa é o consumo de até 22 kg.

Para o especialista, a exportação da proteína também vai ajudar toda a cadeia. “A China deve, no primeiro semestre, reduzir um pouco a compra de carne suína do Brasil. Só que, agora, tem a Rússia, que volta para o cenário de importador de suínos. Ela abriu cota de 100 mil toneladas para até julho, o que pode compensar um pouco a China”, explicou. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção de suínos deve alcançar neste ano 4,700 milhões de toneladas, sendo 1,150 milhão para exportação, número 12% maior que as 1,024 milhão de toneladas exportadas em 2020.

Fonte: Portal suino.com dt 14/12/21 – ABPA / ABCS

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